Alerta: má alimentação na pandemia pode gerar colesterol alto nas crianças

A pandemia trouxe mudança de hábitos para toda a família. Comidas congeladas e não saudáveis foram utilizadas com mais frequência, associado a isso, o isolamento social não possibilitou a prática de atividade física.

De acordo com os dados analisados, antes do isolamento, 40,2% do público considerava sua alimentação “boa” e 37,3% a considerava “regular”. Após o início do isolamento, a porcentagem do público que considerava a alimentação “boa” caiu para 28,1%. Já a parte da alimentação considerada “regular” se manteve semelhante, com 38,8% das pessoas.

Ainda no estudo há dados sobre a mudança de comportamento na hora das pessoas se alimentarem, apontando que 40% dos entrevistados concordam, total ou parcialmente, que estão se alimentando mais do que antes, ou seja, estão comendo em maior quantidade; 42% afirmam que os horários de suas refeições mudaram; 73% disseram estar preparando as próprias refeições e 40,5% disseram que deixaram de se alimentar em restaurantes.

A pesquisa aponta que os jovens foram os que mais sentiram os reflexos da pandemia em seus hábitos alimentares. A principal mudança relatada foi o aumento da quantidade de alimentos ingeridos.

O levantamento feito foi importante para mostrar como a alimentação das pessoas pode ser afetada por situações externas. Por isso, tente aproveitar a maior parte do tempo em casa e faça uma reeducação alimentar, comendo com mais frequência legumes, frutas e verduras, além de alimentos não processados. Invista na sua saúde e na saúde da sua família.

Fonte: Tribuna

Colaboração site vivaassim.com.br