Eduardo Lamas

Suburbano carioca criado nas peladas e brincadeiras de infância no "eixo" Olaria-Grajaú, tem nas veias muito sangue mineiro e também capixaba. É neto de um clarinetista que não pôde conhecer, no artístico lado paterno, e de um ex-jogador do Bonsucesso nos anos 30, no materno, o que explica sua paixão por Música e Futebol. Já era vidrado em Cinema quando se casou com uma atriz que lhe deu três filhos maravilhosos e o amor pelo Teatro, e cedo partiu para outra dimensão. Diz que começou a se tornar escritor quando ganhou um concurso de redação no colégio quando estava na 2ª série, superando colegas da 1ª a 4ª. O prêmio foi um quebra-cabeça de 300 peças que levou anos para ser montado com os pais e os irmãos. Na verdade, formou-se ouvindo os contos de fada que sua mãe lia e depois, por conta própria, indo vorazmente de gibis a livros escolares, jornais, revistas. Trabalhou por 25 anos como jornalista no RJ, em diversas editorias, sendo por mais tempo na de Esportes. Hoje mora em Florianópolis com sua amada. São vizinhos de lindas bruxas e isso não é folclore. Ou melhor, é sim, claro.

Poesia, nada mais

Tempo

As energias dos alimentos

E nem era carnaval…

Um filme fundamental

Adeus, amigo

As mais antigas memórias

O casarão

Solidão plena

Palavras fugidias

Um lugar chamado Utopia

Um conto de quarentena